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	<title>Infocâmbio Universitário</title>
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		<title>II Correria tem a Aapecan como cliente</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 16:39:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>A4</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A segunda edição do Correria, evento realizado pela curso de Comunicação Social da Unisc, ocorreu sábado, 12. As cinco equipes inscritas tiveram oito horas para realizar uma campanha para a Associação de Apoio a Pessoas com Câncer (Aapecan). O objetivo da campanha foi sensibilizar as pessoas a fazerem doações para a Aapecan, para que a entidade possa construir uma nova Casa de Apoio. A equipe vencedora foi a Quenianos, que criou o slogan “Engenheiros da superação”, pensando nos engenheiros que irão construir a nova sede da Aapecan e que cada pessoa é construtora e engenheira da sua própria vida e superação porque, todos os dias, aqueles que têm câncer precisam superar suas dificuldades.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Agência A4/Unisc</strong></p>
<p>A segunda edição do Correria, evento realizado pela curso de Comunicação Social da Unisc, ocorreu sábado, 12. As cinco equipes inscritas tiveram oito horas para realizar uma campanha para a Associação de Apoio a Pessoas com Câncer (Aapecan). O objetivo da campanha foi sensibilizar as pessoas a fazerem doações para a Aapecan, para que a entidade possa construir uma nova Casa de Apoio. A equipe vencedora foi a Quenianos, que criou o slogan “Engenheiros da superação”, pensando nos engenheiros que irão construir a nova sede da Aapecan e que cada pessoa é construtora e engenheira da sua própria vida e superação porque, todos os dias, aqueles que têm câncer precisam superar suas dificuldades.</p>
<p>Para Alice Trindade, do último semestre de Relações Públicas e vencedora do II Correria, &#8220;o mais importante de participar novamente do Correria foi a experiência de colocar em prática a Comunicação Integrada, que se fala durante todos os semestres&#8221;. É a hora de &#8220;cada um fazer a função da sua habilitação e depois juntos atingirem o objetivo&#8221;.</p>
<p>O professor e um dos coordenadores do evento, Adriano Moritz, afirma que o que chama atenção no Correria é &#8220;a ideia que mais emociona&#8221; e, com isso, a comunicação integrada faz com que os participantes coloquem em prática o conteúdo da sala de aula. A professora Yhevelin Guerin, também coordenadora desta vivência, destaca que &#8220;o II Correria atingiu os objetivos e que a qualidade dos trabalhos melhorou devido à integração das equipes e das habilitações&#8221;.</p>
<p><strong>Equipes</strong></p>
<p>Para uma boa campanha é necessário imaginação e criatividade. Estes elementos não faltaram aos concorrentes do II Correria. Cada equipe foi integrada por três estudantes de Publicidade e Propaganda, como foi exigido no regulamento. Além desses acadêmicos, cada grupo tinha componentes das outras habilitações:</p>
<p><em>Chacoeira:</em> Dois com habilitação em Jornalismo.<br />
<em>Biscoito:</em> Formada por um estudante de Jornalismo, outro de Relações Públicas e Produção em Mídia Audiovisual (PMA).<br />
<em>GCA:</em> Dois acadêmicos de Jornalismo e outro de Produção em Mídia Audiovisual.<br />
<em>Quenianos:</em> Componentes de Jornalismo, Relações Públicas e PMA.<br />
<em>Velozmente:</em> Dois Relações Públicas.</p>
<p><strong>Experiência</strong></p>
<p>Apenas uma equipe venceu. As demais comentaram a experiência que é viver uma ação desta natureza. Segundo Simone Keller, acadêmica de Publicidade e Propaganda e integrante da equipe Chacoeira, o maior aprendizado que o evento trouxe foi a organização quando o assunto é prazo curto. “O tempo foi, com certeza, o nosso maior obstáculo”, salienta a estudante, que declara que a participação no próximo Correria já é garantida. “Já temos até nome para a equipe do ano que vem”, confessa.<br />
Para os integrante da equipe Biscoito, Jeferson Oliveira e Gabriele Antunes, ambos alunos do 1º semestre, cursando Produção em Mídia Audiovisual e Relações Públicas, respectivamente, a maior barreira foi a criação de arte. “Como estamos no início do curso, ainda não sabemos muito bem utilizar os softwares necessários”, lamenta Oliveira. Mesmo não saindo com a vitória, os acadêmicos consideram o evento uma experiência ótima e dizem que pretendem participar novamente.</p>
<p><strong>Cliente</strong></p>
<p>A Aapecan oferece assistência social relativa às necessidades básicas de alimentação, suplementos, medicamentos , exames, entre outros, a pessoas com câncer. Ela desenvolve o apoio humano-emocional, participa do desenvolvimento de atividades terapêuticas e projetos de prevenção da doença junto aos grupos que orienta.</p>
<p>Em sua maioria a Aapecan atende pessoas que não possuem recursos para as necessidades básicas que o câncer requer. A unidade de Santa Cruz do Sul conta com 30 ajudantes, sendo 10 voluntários. Eles atuam em oficinas nas áreas de artesanato, reiki, nutrição, massagem, musicoterapia, psicologia, pintura em pano de prato e advocacia. </p>
<p>A entidade sobrevive apenas com doações de pessoas físicas e jurídicas. Os recursos são arrecadados junto à população através do telemarketing, com doações em gêneros e ou financeiras, parcerias, campanhas e promoções. O telemarketing liga para residências e empresas solicitando doações e explicando o trabalho realizado.<br />
<em><br />
Números:</em> estão cadastrados atualmente cerca de 3.670 famílias em todo o estado, dos mais diversos tipos de câncer e idade.</p>
<p><em>Unidades:</em> possui sede em Caxias do Sul e outras unidades instaladas em Santa Cruz do Sul, Pelotas, Bento Gonçalves, Farroupilha, Santa Maria, Lajeado, Porto Alegre, Rio Grande, Ijuí, Bagé e um posto de atendimento em Lagoa Vermelha.</p>
<p><em>Santa Cruz do Sul:</em> a unidade da cidade completa seis anos em 2012. Recebe pessoas da própria cidade, mas também de Rio Pardo, Candelária, Cachoeira do Sul, Sobradinho, Arroio do Tigre, Butiá, entre outras localidades da região.</p>
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		<item>
		<title>Mães de meninas homossexuais contam suas histórias em documentário</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 21:11:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agexcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[“Queremos que seja um presente para as mães”, diz Brunna Kirsch sobre O segredo dos lírios, documentário produzido por alunos do curso de Realização Audiovisual da Unisinos, que foi lançado neste domingo das mães. A produção apresenta entrevistas com três mães: Estela Freitas, Christiane Borile e Vera Abreu. Elas relatam características pessoais, como gostos, manias e curiosidades das  filhas, quando, no meio da conversa, revelam uma coisa em comum: a homossexualidade das meninas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Amanda Heredia</strong><br />
<em>Estagiária de Jornalismo</em></p>
<p>“Queremos que seja um presente para as mães”, diz Brunna Kirsch sobre <em>O segredo dos lírios</em>, documentário produzido por alunos do curso de Realização Audiovisual da Unisinos, que foi lançado neste domingo das mães.</p>
<p>A produção apresenta entrevistas com três mães: Estela Freitas,  Christiane Borile e Vera Abreu. Elas relatam características pessoais,  como gostos, manias e curiosidades das  filhas, quando, no meio da  conversa, revelam uma coisa em comum: a homossexualidade das meninas.</p>
<div id="attachment_1147" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://www.infocambiouniversitario.com.br/wp-content/uploads/2012/05/pl.jpg"><img class="size-full wp-image-1147" title="pl" src="http://www.infocambiouniversitario.com.br/wp-content/uploads/2012/05/pl.jpg" alt="" width="400" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">Christiane Borile, mãe de Thay</p></div>
<p>O vídeo, que tem aproximadamente 15 minutos, foi realizado para a  disciplina de Documentário, com direção e roteiro de Cris Aldreyn e  Brunna Kirsch, fotografia de Roberto Valduga, montagem de Eduarda Nedel,  produção de Fran Pothin e som de William Soares.</p>
<p>As diretoras contam que a intenção é mostrar o amor incondicional. “O  documentário não é apenas sobre homossexualidade, mas sim sobre a  relação e o sentimento de mãe e filha”, conta Cris Aldreyn. Além de  dirigir, Brunna teve uma outra relação com a obra. Estela, uma das  entrevistadas, é sua mãe. “Não queria que fosse uma autobiografia, mas  contar como aconteceu comigo”.  A co-diretora queria usar sua história  como exemplo para outras pessoas, sem medo de expor um lado pessoal seu:  “Eu já imaginava que um dia fosse fazer isso, mas confesso que, na hora  que estava sendo exibido para os professores, me bateu um gelo.”</p>
<div id="attachment_1148" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://www.infocambiouniversitario.com.br/wp-content/uploads/2012/05/J.jpg"><img class="size-full wp-image-1148" title="J" src="http://www.infocambiouniversitario.com.br/wp-content/uploads/2012/05/J.jpg" alt="" width="400" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Estela, mãe de Brunna, conta sua história no documentário</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>Segundo Cris, <em>O segredo dos lírios</em> serve para mostrar a  realidade: “No início, pensamos: como vamos mostrar isso? O que queremos  contar?” A ideia, explica a estudante, é mostrar que a homossexualidade  não é algo anormal. “Eu, fazendo as entrevistas, estava tão curiosa  quanto um expectador.”</p>
<p>A escolha da data do lançamento se deve ao fato de que maio é  considerado o mês da feminilidade, das mães, das noivas e das flores. “O  documentário retrata a visão das mães, o jeito que elas enxergam as  filhas e viveram aquele momento de descoberta”, comenta Cris. “Elas se  abrem muito. Não tem como alguém que esteja passando por isso não se  identificar com a situação”. As diretoras salientam que é um  documentário totalmente sensível: “Não tentamos polemizar. Nem mesmo um  homofóbico que assistisse ao vídeo se sentiria agredido.”</p>
<div id="attachment_1149" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://www.infocambiouniversitario.com.br/wp-content/uploads/2012/05/JJ.jpg"><img class="size-full wp-image-1149" title="JJ" src="http://www.infocambiouniversitario.com.br/wp-content/uploads/2012/05/JJ.jpg" alt="" width="400" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Vera Abreu, mãe de Eduarda</p></div>
<p>Brunna explica que a ideia do nome <em>O segredo dos lírios </em>partiu de <em>Imagine Me &amp; You</em> (Imagine Eu e Você, em português), um dos filmes gays mais famosos da  atualidade: “Em uma cena, uma das protagonistas pergunta para a outra –  por quem está apaixonada – o significado do lírio, e a outra responde:  Eu te desafio a me amar”. “E essas mães venceram esse desafio. Elas  romperam essa barreira”, complementa Cris.</p>
<p>O documentário foi publicado durante a tarde deste domimgo, 13, e já alcançou mais de 900 visualizações. Confira.</p>
<p style="text-align: center;">http://www.youtube.com/watch?v=t4vW_I-G9c0&amp;feature=player_embedded</p>
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		<title>A adesão ao eBook</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 14:21:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AgecomUPF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A história começou com a TV. Com sua chegada, não foram poucos os que tinham certeza de que o rádio se extinguiria. Em seguida, veio a internet. Quem ainda continuaria lendo jornais impressos com a facilidade e rapidez quase instantâneas que a rede oferece? E foi assim também com o eBook. Livros que poderiam ser baixados por um preço muito baixo - às vezes até gratuitamente – seriam uma revolução no mundo da literatura. Mas, passados cerca de 40 anos do advento do formato, não é bem isso que se pode observar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ângela Prestes<br />
Estagiária Nexjor/Agecom – UPF</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.upf.br/nexjor/wp-content/uploads/2012/05/onde-comprar-livros-e-ebooks.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-12793" title="Foto/divulgação" src="http://www.upf.br/nexjor/wp-content/uploads/2012/05/onde-comprar-livros-e-ebooks.jpg" alt="" width="450" height="333" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O mercado do eBook &#8211; que prometia expandir-se em pouco tempo &#8211; ainda anda a passos lentos no Brasil</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em>A história começou com a TV. Com sua chegada, não foram poucos os que tinham certeza de que o rádio se extinguiria. Em seguida, veio a internet. Quem ainda continuaria lendo jornais impressos com a facilidade e rapidez quase instantâneas que a rede oferece? E foi assim também com o <em>eBook</em>. Livros que poderiam ser baixados por um preço muito baixo &#8211; às vezes até gratuitamente – seriam uma revolução no mundo da literatura. Mas, passados cerca de 40 anos do advento do formato, não é bem isso que se pode observar.</p>
<p style="text-align: justify;">O bom e velho rádio continua fazendo sucesso com os mais diferentes públicos. A televisão é o meio de comunicação que atinge mais pessoas em quase todos os lugares do mundo. Os jornais impressos, apesar de toda a desconfiança, ainda continuam nas bancas e com milhões de assinaturas Brasil afora. E os <em>eBooks</em>? A impressão é que o gostinho pelo tato e pelo cheirinho de livro novo ainda não permitiu aos leitores brasileiros a adesão ao livro eletrônico.</p>
<p style="text-align: justify;">Os <em>eBooks</em> surgiram em 1971, quando Michael S. Hart criou o mais antigo produtor de livros eletrônicos, em um projeto chamado <a href="http://bibletrasufrj.wordpress.com/2011/09/27/837/">Projeto Gutenberg</a>. O primeiro <em>eBook</em> publicado foi <em>On Murder Considered as one of the Fine Arts</em>, ensaio de Thomas de Quincey. Desde lá, o mercado veio se desenvolvendo a passos lentos, principalmente no Brasil. Em 2009, a <a href="http://www.gatosabido.com.br/">Gato Sabido</a>, que hoje possui o maior acervo do país e mais de 33 mil curtidas na sua <a href="http://www.facebook.com/GatoSabidoeBooks">página do Facebook</a>, contava com cerca de 300 títulos. Uma pesquisa da <a href="http://www.simplissimo.com.br/">Simplíssimo</a>, empresa que promove cursos de produção de <em>eBooks </em>e presta assistência a autores, revela que, hoje, a Gato Sabido possui mais de 7 mil títulos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Projeto recupera livros em Passo Fundo</strong></p>
<p><img class="wp-image-12789 alignright" style="margin: 5px;" title="Untitled-1" src="http://www.upf.br/nexjor/wp-content/uploads/2012/05/Untitled-1-600x337.jpg" alt="" width="360" height="202" /></p>
<p style="text-align: justify;">Em Passo fundo, apesar do título de Capital Nacional da Literatura, não é comum ver pessoas com livros nas mãos. Menos, ainda, portáteis e livros eletrônicos. Porém, existem iniciativas que exploram esse mercado e buscam colocar, com um preço praticamente simbólico, a literatura municipal nas mãos da comunidade. O projeto Passo Fundo se preocupa em promover o trabalho dos autores passo-fundenses. O administrador do <em>site</em>, Ernesto Pedro Zanette, explica que o objetivo deles é incentivar a publicação. “O projeto se preocupa em auxiliar o escritor a publicar seu livro.” diz. O <em>site</em>, além de livros de papel, vende também <em>eBooks</em>. “O <em>eBook</em> é uma tentativa de colocar à disposição do público leitor uma nova forma de acesso às obras publicadas.” explica Ernesto. Mas lembra que, como no restante do país, em Passo Fundo os leitores ainda não aderiram a esse formato. “Até aqui as vendas são irrisórias. Não representam, para o projeto, uma fonte de renda.” diz, apesar de o preço estar bem em conta. “Estamos disponibilizando uma <a href="http://www.projetopassofundo.com.br/principal.php?modulo=conteudo_listagem&amp;chaveSubSubCategoria=49">cópia em PDF do livro</a> por R$ 5,00.”</p>
<p style="text-align: justify;"><a name="_GoBack"></a></p>
<p style="text-align: justify;">O projeto também tem outras iniciativas. A recuperação, em formato <em>eBook</em>, de livros já esgotados que só se encontram em coleções particulares ou sebos. Livros de Welci Nascimento, Jurema Carpes do Valle, Romeu Phitan, Gumercindo dos Reis, etc&#8230; Todos autores passo-fundenses. “Essas recuperações estão sendo efetuadas e possivelmente serão disponibilizadas, com autorização de seus autores ou familiares, de forma gratuita, para cópia na internet.” explica Zanette.</p>
<p style="text-align: justify;">O mercado do livro eletrônico, que muitos sequer ouviram falar, ainda não caiu nas graças dos leitores, mas pode cair, afinal, o futuro do livro eletrônico ainda é incerto. O administrador do projeto Passo Fundo acredita que ele vai crescer e está se preparando para quando esse momento chegar. “Acreditamos que esse mercado vai se expandir, gradativamente, com possibilidade de se tornar uma boa fonte de renda para os autores e quando isso acontecer, queremos estar com uma boa biblioteca publicada em <em>eBook.” </em>diz Zanette.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.upf.br/nexjor/wp-content/uploads/2012/05/s_MLB_v_O_f_224615708_3421.jpg"><img class="alignleft  wp-image-12794" title="Foto/Divulgação" src="http://www.upf.br/nexjor/wp-content/uploads/2012/05/s_MLB_v_O_f_224615708_3421.jpg" alt="" width="300" height="191" /></a> Para aqueles que cresceram acostumados a frequentar livrarias e a folhear os livros, a adaptação não é tão fácil. Mas, para a geração que já nasceu acostumada com essa ideia, comprar os livros eletrônicos pode ser uma coisa tão normal como qualquer outra. Afinal, tudo gira em torno da adaptação. O mProdo como se fazem as coisas vai mudando de tempos em tempos, e o amigo de todas as horas não poderia ficar de fora.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O desafio de ser multimídia em áreas conflagradas</title>
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		<pubDate>Sun, 06 May 2012 01:34:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>A4</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Em comemoração aos 48 anos do jornal Zero Hora e com o intuito de aproximar os acadêmicos de profissionais da área jornalística do veículo, Rodrigo Lopes palestrou na manhã desta quinta- feira, 3, na Universidade de Santa Cruz do Sul. Com a temática “Jornalismo multimídia – reportagens em áreas de crise”, Lopes abordou a experiência de comunicar-se em diferentes plataformas. “O grande desafio é produzir conteúdo em diversos suportes sem ser repetitivo. Entretanto, fazer uso da abrangência de diferentes mídias não é suficiente para garantir repercussão. A narrativa é sempre mais importante do que a escolha do suporte. Um bom texto se enquadra em todos”, salienta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A4/Unisc<br />
Maurício Beskow</strong><em></p>
<p>Em comemoração aos 48 anos do jornal Zero Hora e com o intuito de aproximar os acadêmicos de profissionais da área jornalística do veículo, Rodrigo Lopes palestrou na manhã desta quinta- feira, 3, na Universidade de Santa Cruz do Sul. Com a temática “Jornalismo multimídia – reportagens em áreas de crise”, Lopes abordou a experiência de comunicar-se em diferentes plataformas. “O grande desafio é produzir conteúdo em diversos suportes sem ser repetitivo. Entretanto, fazer uso da abrangência de diferentes mídias não é suficiente para garantir repercussão. A narrativa é sempre mais importante do que a escolha do suporte. Um bom texto se enquadra em todos”, salienta.</p>
<p>Possuir a capacidade de usar diversos recursos multimídia é uma forma de conquistar reconhecimento. “Assim você amplifica seu trabalho. Com  a visibilidade maior o profissional se sente mais completo, pois ter seu material acessado de diversas formas faz com que você se sinta mais valorizado”, diz.</p>
<p>Entretanto, ver os acontecimentos acontecerem em primeira-mão em realidades distintas da nossa são marcadas por adversidades. “Muitas vezes não falamos o idioma e não temos acesso às fontes como teríamos em outras situações. Todo o seu conhecimento acumulado até então é colocado à prova”, afirma.</p>
<p>Em certas ocasiões, em especial conflitos armados, em que a imprensa não é respeitada e seus profissionais representam nada mais que mais um provável alvo, o jornalismo não deve ser encarado apenas como uma forma de heroísmo. “Sua tarefa é passar a informação da forma mais verídica possível e não bancar o herói. Em meio à guerra a verdade é sempre a primeira vítima”, pondera.</p>
<p>Mostrar a árdua tarefa do correspondente internacional em situações limites de uma forma mais realista é o ponto destacado por Fernando Oliveira, 26, acadêmico do 6º semestre de jornalismo. &#8220;Achei interssante mostrar a vida do repórter em seu lado mais tenso e menos romantizada, já que na guerra o risco de morte e iminente&#8221;, diz. Por sua vez, Guilherme Bicca,19 anos, do 3º semestre de Jornalismo considera as experiências de carater prático e a necessidade de adequar seu trabalho em diversas linguagens o ponto alto da atividade. &#8220;Gostei dos relatos das experiências práticas da profissão em situações de risco e a necessidade de abranger várias plataformas multimídias&#8221;.</p>
<p>Há 16 anos no grupo RBS, Rodrigo Lopes já participou de mais de duas dezenas de cobertura internacionais. Suas experiências  deram origem ao livro “Guerra e tormentas &#8211; Diário de um correspondente internacional&#8221; em que comenta os bastidores de grandes reportagens, entre elas estão a morte de João Paulo II e a eleição de Bento XVI no Vaticano, a catástrofe do furacão Katrina, em New Orleans, a guerra no Líbano, o resgate dos mineiros no Chile e a crise na Líbia. Atualmente, ele é colunista internacional, editor da editoria mundo e responsável por fechar a capa do Zero Hora, além de ser comentarista da Rádio Gaúcha e Tvcom.</p>
<p><strong>Foto:</strong> Renan Silva</p>
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		<item>
		<title>Você dorme direito?</title>
		<link>http://www.infocambiouniversitario.com.br/sem-categoria/voce-dorme-direito</link>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 12:49:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AgecomUPF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Você sabia que dormir demais ou de menos pode fazer você ganhar peso, pegar um resfriado e até bater o carro? É... as horas bem dormidas são fundamentais para o funcionamento do nosso organismo e da vida cotidiana.

De acordo com a psicóloga e professora da Universidade de Passo Fundo, Carla Tarasconi, dormir cerca de sete a oito horas por noite não é apenas uma necessidade de descanso mental e físico - também é importante para o desenvolvimento do cérebro, para os processos de memória, para a aprendizagem e para o crescimento. É por isso que passamos, ou deveríamos passar, cerca de um terço das nossas vidas dormindo, o anos de sua vida dormindo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vanessa Lazzaretti<br />
Estagiária Nexjor/Agecom – UPF</p>
<div id="attachment_12699" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.upf.br/nexjor/wp-content/uploads/2012/05/Mulher-dormindo12.jpg"><img class="size-medium wp-image-12699" title="Você dorme direito?" src="http://www.upf.br/nexjor/wp-content/uploads/2012/05/Mulher-dormindo12-600x401.jpg" alt="" width="600" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Foto/Divulgação</p></div>
<p><em>Existem aquelas pessoas que dormem assim que encostam a cabeça no travesseiro e aquelas que brigam com ele antes de dormir. Qual delas você é?</em></p>
<p>Você sabia que dormir demais ou de menos pode fazer você ganhar peso, pegar um resfriado e até bater o carro? É&#8230; as horas bem dormidas são fundamentais para o funcionamento do nosso organismo e da vida cotidiana.</p>
<p>De acordo com a psicóloga e professora da Universidade de Passo Fundo, Carla Tarasconi, dormir cerca de sete a oito horas por noite não é apenas uma necessidade de descanso mental e físico &#8211; também é importante para o desenvolvimento do cérebro, para os processos de memória, para a aprendizagem e para o crescimento. É por isso que passamos, ou deveríamos passar, cerca de um terço das nossas vidas dormindo, o anos de sua vida dormindo.</p>
<p>Os efeitos de uma madrugada em claro são semelhante ao de uma embriaguez leve: a coordenação motora é prejudicada, e a capacidade de raciocínio fica comprometida. Em outras palavras, sem o merecido descanso, o organismo deixa de cumprir uma série de tarefas muito importantes, como destaca e professora Tarasconi. “As alterações do ritmo do sono causam comprometimentos diversos na corporalidade que podem desequilibrar o organismo a ponto de, a médio e longo prazos, danificar seriamente a saúde. Noites mal dormidas de maneira repetitiva oportunizam o surgimento de doenças, além de causar irritabilidade, sonolência, dificuldades de concentração, lentidão nos reflexos e raciocínio, dificultando o rendimento escolar e profissional”.</p>
<p>Durante o sono ocorrem vários processos no metabolismo que, se alterados, podem afetar o equilíbrio de todo o corpo. Estudos realizados por pesquisadores do <em>Instituto do Sono</em> provaram que quem dorme menos do que o necessário tem menos vigor físico, envelhece mais cedo e está mais exposto a infecções, obesidade, hipertensão e ao diabetes.</p>
<p><strong>O sono e a aprendizagem</strong></p>
<p>Tudo isso explica aquela dificuldade para memorizar informações depois de ficar muitas horas sem dormir. Parece que o cérebro perde a capacidade de aprender, e o que pode parecer impressão é um fato.</p>
<p>Não está conseguindo dormir? Preste atenção nas dicas a seguir, dadas pelos especialistas do Instituto do Sono. Elas podem ajudar você a ter uma noite bem dormida.</p>
<ul>
<li>Durante a noite, procure comer alimentos de fácil digestão e não exagere na quantidade. Evite tomar café, chás com cafeína e refrigerantes derivados de coca. Eles são estimulantes e vão fazer com que o sono demore a chegar.</li>
<li>Evite dormir com a televisão ligada. Isso impede que você chegue à fase do sono profundo, quando é onde o corpo descanse totalmente. Procure apagar sempre todas as luzes.</li>
<li>Tome um banho quente antes de dormir. Isso vai fazer com que seu corpo fique relaxado e descanse com mais facilidade.</li>
<li>Escolha um horário para ir dormir e procure segui-lo todos os dias. Use sempre colchões e travesseiros confortáveis.</li>
<li>Pratique exercícios regularmente, pois isso melhora as condições do organismo.</li>
<li>Não durma com fome. Uma boa dica é beber um copo de leite antes de dormir. O leite ajuda o cérebro a produzir serotonina, substância envolvida no processo do sono.</li>
</ul>
<p>Nos últimos anos, o mesmo estudo do Instituto do Sono descobriu que, quando dormimos, não é apenas o nosso sistema nervoso que é regenerado. Durante o sono nossos processos de aprendizagem são ativados e isso é essencial para a formação da memória &#8211; é nessa hora que gravamos tudo o que aprendemos ao longo do dia. No período do sono nosso cérebro faz uma espécie de backup de tudo o que vimos, lemos e estudamos. Quando não dormimos direito, esse processo é interrompido e nossa memória fica comprometida.</p>
<p>Trazendo esse processo para um exemplo comum, é normal em épocas de prova e vestibulares que os alunos fiquem até altas horas estudando. No entanto, esse esforço de nada adiantará se não vier acompanhado de uma boa noite de sono, pois boa parte do que foi estudado não será gravado na memória.</p>
<p>Nas crianças, os danos são ainda maiores, como explica a professora Tarasconi. “A privação do sono leva, especialmente na criança, a distúrbios do comportamento, da memória, da atenção, da inteligência. Da mesma forma, a fragmentação do sono pode acarretar o desenvolvimento de problemas como a hiperatividade, estados de ansiedade, transtornos do humor e alterações no comportamento social, tais como prejuízos de relacionamento interpessoal tanto com colegas bem como com os professores.”</p>
<p><strong>Os distúrbios do sono</strong></p>
<p>Alterações do sono, dificuldades para adormecer ou continuar dormindo, adormecer em horários impróprios ou ficar longas horas a mais na cama são alguns dos sintomas padrão de quem sofre com os distúrbios do sono, &#8211; quando a capacidade de dormir é alterada ou o sono se intromete nas atividades diárias, as causas devem ser investigadas.De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o problema é mais comum do que pode parecer: está presente na vida de aproximadamente metade da população brasileira e em cerca de 40% da população mundial.</p>
<p>Uma das razões para a elevada frequência dos problemas com o sono são os altos níveis de estresse e ansiedade do cotidiano. Muitas pessoas têm dificuldades de se desligar do trabalho e dos estudos no fim do dia, por isso, não conseguem dormir bem.</p>
<p>Prestar atenção nos sintomas é o primeiro passo para saber se você sofre ou não desse problema. As primeiras manifestações dos distúrbios do sono se dão através de alterações de humor, de memória e capacidades mentais, como aprendizagem, raciocínio e pensamento, e, como destaca a professora Tarasconi, os prejuízos podem ir muito além. “Quando uma pessoa apresenta distúrbios do sono, como a insônia, se surpreende com sintomas paralelos, observáveis, tais como dificuldades respiratórias, alteração cardiovascular, falta de controle sobre o ritmo sono-vigília e consequentes perigos de acidentes ou prejuízos pela falta de concentração.”</p>
<p>Para dormir bem, o cérebro precisa produzir um bom nível de serotonina, molécula envolvida na comunicação entre os neurônios. Alguns alimentos como legumes verdes, cereais e frutas, como banana e amora, auxiliam o cérebro a produzir essa molécula. Isso fará com que o corpo fique mais relaxado, o sono chegue mais rápido e os distúrbios do sono sejam evitados.</p>
<p>Algumas mudanças simples no estilo de vida podem ajudar a combater os problemas com o sono. Fique de olho na sua rotina e procure cultivar hábitos saudáveis!</p>
<div>
<dl id="attachment_12697">
<dt><a href="http://www.upf.br/nexjor/wp-content/uploads/2012/05/bocejando.jpg"><br />
<img title="Você dorme direito?" src="http://www.upf.br/nexjor/wp-content/uploads/2012/05/bocejando-600x407.jpg" alt="" width="600" height="407" /></a></dt>
<dd>Foto/Divulgação</dd>
</dl>
</div>
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		<title>Cláudia Laitano fala sobre jornalismo</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 19:16:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agexcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Cláudia Laitano]]></category>

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		<description><![CDATA[ “Tenho poucos leitores, mas eles são muito fiéis e carinhosos”, comenta Cláudia Laitano sobre seu trabalho como cronista. Cláudia concedeu entrevista ao Portal3 e falou de sua carreira, sua paixão por livros e seus projetos. Editora do Segundo Caderno e colunista de Zero Hora, a jornalista esteve na Unisinos na última quarta-feira, 2 de maio, para falar sobre jornalismo com os alunos. O evento faz parte da comemoração anual feita por Zero Hora perto de seu aniversário, que ocorre no dia 4. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Paola Oliveira</strong><br />
<em>Estagiária de Jornalismo</em></p>
<p>“Tenho poucos leitores, mas eles são muito fiéis e carinhosos”, comenta Cláudia Laitano sobre seu trabalho como cronista. Cláudia concedeu entrevista ao <strong>Portal3</strong> e falou de sua carreira, sua paixão por livros e seus projetos. Editora do Segundo Caderno e colunista de Zero Hora, a jornalista esteve na Unisinos na última quarta-feira, 2 de maio, para falar sobre jornalismo com os alunos. O evento faz parte da comemoração anual feita por Zero Hora perto de seu aniversário, que ocorre no dia 4.</p>
<p><a href="http://www.infocambiouniversitario.com.br/wp-content/uploads/2012/05/claudia-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1105" title="claudia (1)" src="http://www.infocambiouniversitario.com.br/wp-content/uploads/2012/05/claudia-1.jpg" alt="" width="220" height="303" /></a></p>
<p><strong>Portal3 – Como foi o início da tua carreira?<br />
Cláudia Laitano – </strong>Comecei no jornal como revisora, em 1985, quando ainda nem estudava Jornalismo (fazia Psicologia na UFRGS). Mais tarde, acabei trocando de curso e me formei em Jornalismo em 1992, também na UFRGS, com uma monografia sobre um jornalista cultural chamado Carlos Reverbel. Talvez por ter escolhido esse assunto, me convidaram para trabalhar no Segundo Caderno quando me formei. Comecei como repórter e depois fui editora do caderno de TV antes de me tornar editora do Segundo Caderno, em 1996. Em 2000, assumi como editora de toda a área (Segundo Caderno mais os cadernos semanais segmentados) e desde 2004 sou também cronista semanal do jornal. Não &#8220;escolhi&#8221; o jornalismo cultural no início da carreira, foi a vaga que pintou e eu aceitei, mas acho que dificilmente teria tanta afinidade (e tanto gosto e interesse pelo que faço) se estivesse em qualquer outra área.</p>
<p><strong>Portal3 – Muito se fala e se discute o trabalho do repórter, mas o que faz um editor?<br />
Cláudia Laitano – </strong>Lembro que quando saí da faculdade eu me fazia exatamente a mesma pergunta&#8230; Bom, o editor faz um monte de coisas. É ele que, entre muitos assuntos possíveis, vai escolher aqueles em que o jornal vai apostar. Definidos os assuntos do dia, o editor vai escolher o espaço e destaque que cada um merece – se vai ser capa ou uma pequena notinha, se terá foto ou ilustração e por aí vai – e como vai ser apresentado ao leitor, com que recursos gráficos e ilustrações. O editor faz títulos e legendas (embora muitos repórteres façam isso também), desenha a página com o diagramador e escolhe qual o melhor repórter para fazer cada matéria. Além disso, em geral o editor tem também várias funções burocráticas, como marcar férias dos repórteres, ir a reuniões, conversar com o Comercial e o Industrial e receber orientações da direção de redação para repassá-las à equipe.</p>
<p><strong>Portal3 – Como é assumir a responsabilidade por uma equipe inteira?<br />
Cláudia – </strong>É difícil. Em geral, o jornalista não é preparado para ser gestor de equipe e é obrigado a aprender muitas coisas na prática, errando e aprendendo – e também vendo os erros e acertos dos outros. Às vezes, um bom editor não tem perfil para administrar pessoas e rotinas. No meu caso, sempre gostei de (quase) tudo que isso envolve: lidar com pessoas, aprender com elas, ajudá-las a desenvolver seu potencial, motivá-las. Da prática mais burocrática, menos criativa, não gosto tanto&#8230; (Mas ainda bem que tem quem goste!) Não é fácil, e a gente nunca está totalmente pronta. É um aprendizado para a vida toda, porque as equipes mudam e as pessoas também.<strong> </strong></p>
<p><strong>Portal3 – Como é ter uma coluna de opinião?<br />
Cláudia – </strong>É um privilégio enorme, mas também uma grande responsabilidade. Um espaço com tanta visibilidade quanto a página 2 da Zero Hora é lido por diversos tipos de leitores, com perfis muito heterogêneos. Quando comecei, tinha muito medo de não encontrar &#8220;minha turma&#8221;. Sabia que nunca falaria sobre temas como &#8220;o preço da gasolina&#8221; ou &#8220;crises no casamento&#8221;, que interessam a muita gente, mas pelos quais não sinto interesse como cronista. A boa surpresa é que os assuntos que me interessam parecem interessar outras pessoas também. Tenho poucos leitores, mas eles são muito fiéis e carinhosos.</p>
<p><strong>Portal3 – Qual é, geralmente, a reação do público com as tuas opiniões?<br />
Cláudia – </strong>Meus leitores, como eu disse, são muito queridos. Sinto uma relação de amizade à distância com cada um que me escreve, porque é sempre um retorno de afinidade e de identificação. Sinto que fiz bem o meu trabalho quando consigo refletir as ideias de uma parcela dos leitores que pensa e sente de forma parecida com a minha, o que nem sempre é um pensamento exatamente hegemônico.</p>
<p><strong>Portal3 –</strong><strong> Já passou por alguma situação embaraçosa por causa de uma opinião polêmica?<br />
Cláudia – </strong>Felizmente, não. Posições polêmicas, como defender o aborto ou falar abertamente sobre ateísmo, como costumo fazer, às vezes geram descontentamento de um ou outro leitor, mas não mais que isso. Procuro ser muito respeitosa em relação a opiniões contrárias (quando não implicam atitudes indefensáveis, como a homofobia, por exemplo). Arrogância e opinião é uma péssima combinação, me parece. Tento não ser arrogante, e o resultado é que as opiniões em contrário tendem a vir de forma civilizada.</p>
<p><strong>Portal3 – O que estás lendo atualmente?<br />
Cláudia – </strong>Tento revezar clássicos e lançamentos. O &#8221;clássico&#8221; desta semana é um clássico com C maiúsculo, o livro <em>É isto um homem?</em>, de Primo Levi, sobre a experiência dele em Auschwitz, um livro fundamental – como todo clássico que se preza. O último lançamento foi a biografia de Montaigne <em>Como viver</em>, que também recomendo muito.</p>
<p><strong>Portal3 – Qual o livro que uma pessoa não pode morrer sem ter lido?<br />
Cláudia – </strong>Isso cada um tem que descobrir, né? Livro da vida é que nem melhor amigo: cada um tem que encontrar o seu – de preferência se divertindo e aprendendo no percurso. Alguns livros marcaram minha vida porque foram experiências de deslumbramento muito intensas: <em>Grande Sertão: Veredas</em>, de Guimarães Rosa, <em>O Leopardo</em>, de Lampedusa, <em>Um amor de Swann</em>, de Proust, e <em>Anna Karenina</em>, de Tolstoi, para citar os que lembro de cara, sem precisar pensar muito. <strong><br />
</strong><strong> </strong></p>
<p><strong>Portal3 – Qual projeto ainda não conseguiste pôr em prática, mas queres muito?<br />
Cláudia – </strong>Gostaria de escrever uma narrativa longa, não necessariamente uma ficção, mas algo que ficasse em pé e fosse uma tentativa de explorar o lado mais extenso da vida – aquilo que não cabe nas 30 linhas do jornal.</p>
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		<title>Intercom Sul 2013 começa a ganhar forma</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 20:12:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>A4</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Falta pouco para o Intercom Sul 2012, em Chapecó, mas a A4 – Agência Experimental de Comunicação da Unisc, já está se preparando para o evento de 2013, que será em Santa Cruz do Sul. A chamada Missão Chapecó, irá para o Intercom Sul 2012 espionar a organização do evento e se preparar para receber os congressistas na Unisc.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Vanessa Costa</strong></p>
<p><strong>A4/Unisc</strong></p>
<p>Falta pouco para o Intercom Sul 2012, em Chapecó, mas a A4 – Agência Experimental de Comunicação da Unisc, já está se preparando para o evento de 2013, que será em Santa Cruz do Sul. A chamada Missão Chapecó, irá para o Intercom Sul 2012 espionar a organização do evento e se preparar para receber os congressistas na Unisc.</p>
<p>Um grupo de seis alunos foi selecionado para trabalhar no Intercom Sul junto à organização do evento na Unochapecó. Junto deles, estarão mais dois alunos que farão uma ação de divulgação, e também o coordenador de curso de Comunicação Social da Unisc, Demétrio Soster.</p>
<p>Os núcleos da A4, por sua vez, também tem suas tarefas. O pessoal de Publicidade e Propaganda ficará responsável pela criação da identidade visual da Missão e, posteriormente, do próprio Intercom Sul 2013. Já os monitores de Produção em Mídia Audiovisual, irão produzir um vídeo que irá apresentar a Universidade de Santa Cruz do Sul e a cidade.</p>
<p>Para os acadêmicos do núcleo de Jornalismo, a tarefa é abastecer o site com informações referentes ao evento, antes, durante e depois. E a galera de Relações Públicas já está trabalhando para definir a data do Intercom Sul 2013 e, a partir disso, a organização do próprio evento.</p>
<p><strong>Coordenação geral</strong></p>
<p>Na última semana dois professores do curso de Comunicação Social da Unisc estiveram na PUC-RS e conversaram com Paula Regina Puhl, diretora regional sul e interlocutora da Unisc com o Intercom Nacional. Demétrio Soster e Yhevelin Guerin, coordenadores gerais do Intercom Sul 2013, conversaram com Paula para ter uma dimensão geral do que é preciso para sediar o evento.</p>
<p>Segundo Soster, entre as pautas discutidas estavam as tarefas delegadas aos professores, os custos, o número de salas necessárias e melhor data. “Fomos lá ver como se faz o Intercom. Agora as coisas estão andamento”, diz Soster.</p>
<p>O processo que definiu a Unisc como sede do Intercom Sul de 2013, começou com o convite de Antonio Hohlfeldt, presidente do Intercom, em 2011. O convite foi aceito e logo veio a confirmação da reitoria da universidade. Os próximos passos serão delegar tarefas aos professores, organizar o receptivo e entrar em contato com a pró-reitoria para pedir um auxílio.</p>
<p><strong>Definição de data</strong></p>
<p>O Intercom Sul 2013 ocorrerá nos dias 30 e 31 de maio e 1º junho. Esta será a primeira vez que o Curso de Comunicação Social da UNISC coordena e realiza um evento desse porte, que irá envolver acadêmicos, professores e funcionários, além de movimentar toda a cidade.</p>
<p>O Intercom Sul é o maior encontro em nível de graduação da América Latina, do qual participam cerca de 2000 pessoas dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. É um espaço para convivência e troca de conhecimentos entre acadêmicos, profissionais, professores e pesquisadores da região.</p>
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		<item>
		<title>Em foco, o hipismo impera.</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 18:02:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AgecomUPF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando o tempo está nublado ou chuvoso, os treinamentos iniciam mais cedo, para encerrar mais cedo. Eram 14h quando chegamos ao Haras MD e lá estavam as amazonas sobre seus cavalos, aquecendo e alongando para os futuros saltos. Eroni Pacheco – pratica hipismo há 28 anos – treinador, gritava instruções que para os leigos não dizem muito, porém para os montadores são de grande importância: “Calma, organiza, levanta, deixa ir, olha, olha, olha... trabalha ela, círculo, assim, volta, tá baixo!” E a cada nova palavra – orientação –  a amazona toma outra postura.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Clarissa Batistella<br />
Estagiária Nexjor/Agecom – UPF</p>
<div id="attachment_12205" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a rel="attachment wp-att-12205" href="http://www.infocambiouniversitario.com.br/?attachment_id=12205"><img class="size-medium wp-image-12205" style="margin: 5px;" title="recorte" src="http://www.upf.br/nexjor/wp-content/uploads/2012/04/recorte2-600x346.jpg" alt="" width="600" height="346" /></a><p class="wp-caption-text">A nova opção esportiva de Passo Fundo mescla adrenalina e concentração (Foto Clarissa Battistella)</p></div>
<p>Os dias são diferentes, os cavalos também. Há dias de sol e há dias de chuva, existem éguas brancas e cavalos escuros, cavalos e éguas marrons ou mesclados e o treinamento não pode parar. Se os instrutores, cavaleiros, amazonas e até mesmo os cavalos não têm poder de escolher tempo para treinar, tampouco nós teríamos! O sol acompanha a repórter até o Haras e depois se despede. Sob pingos de chuva, sem capa ou guarda-chuva, acompanhamos uma tarde inteirinha de treinamento.</p>
<p>Quando o tempo está nublado ou chuvoso, os treinamentos iniciam mais cedo, para encerrar mais cedo. Eram 14h quando chegamos ao Haras MD e lá estavam as amazonas sobre seus cavalos, aquecendo e alongando para os futuros saltos. Eroni Pacheco – pratica hipismo há 28 anos – treinador, gritava instruções que para os leigos não dizem muito, porém para os montadores são de grande importância: “Calma, organiza, levanta, deixa ir, olha, olha, olha&#8230; trabalha ela, círculo, assim, volta, <em>tá</em> baixo!” E a cada nova palavra – orientação –  a amazona toma outra postura.</p>
<div id="attachment_12026" class="wp-caption alignright" style="width: 391px"><a rel="attachment wp-att-12026" href="http://www.infocambiouniversitario.com.br/?attachment_id=12026"><img class="wp-image-12026    " style="margin: 5px;" title="DSC_0164" src="http://www.upf.br/nexjor/wp-content/uploads/2012/04/DSC_0164-600x398.jpg" alt="" width="381" height="252" /></a><p class="wp-caption-text">O treinamento não é moleza: trotear, galopar e saltar também exige rigidez (Foto: Clarissa Battistella)</p></div>
<p>Se o instrutor manifesta instruções a todo o momento, se entende que é necessário muito treino e eles ocorrem diariamente, com uma folga semanal para o cavalo – no Haras MD é na terça-feira. Não só o montador, mas também o cavalo precisa ter um ritmo, já que nas provas são os milésimos de segundo que definem o vencedor. A agilidade e a destreza não dependem só do animal, mas também muito do atleta, que precisa ter uma massa muscular forte, prática constante e o fundamental: concentração. E, enquanto as alunas troteavam na pista, fomos à arquibancada conversar – claro, na arquibancada, para não perdermos a visão nem sermos atropelados.</p>
<p>Seguros, sentados e observando a pista, Eroni explica o que é preciso conhecer e treinar para chegar a bons resultados, a começar pelos armadores, que são as pessoas que organizam a distância dos obstáculos, a cor das barras e altura, e aqui todos os detalhes são importantes. A distância de um obstáculo a outro varia conforme a pista, a categoria e a dificuldade que o armador impõe.</p>
<p><strong>Dificuldade e superação</strong></p>
<div id="attachment_12031" class="wp-caption alignleft" style="width: 334px"><a rel="attachment wp-att-12031" href="http://www.infocambiouniversitario.com.br/?attachment_id=12031"><img class=" wp-image-12031  " style="margin: 5px;" title="DSC_0159" src="http://www.upf.br/nexjor/wp-content/uploads/2012/04/DSC_0159-600x398.jpg" alt="" width="324" height="215" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Ninguém sabe tudo. Eu sou instrutor, mas também tenho alguém para me treinar&quot; Eroni Pacheco (Foto Clarissa Battistella)</p></div>
<p>Apontando para a pista Pacheco explica: “Se o armador coloca uma distância de vinte e sete metros, é para sete lances de galopes, mas, se o cavaleiro tem o cavalo grande, não pode ir de sete galopes, tem que ir de seis e cuidar para não fazer a falta”. O montador tem que ter a noção do tamanho do seu cavalo, da distância que ele irá percorrer e da velocidade que pode atingir. “Tudo tem que estar na cabeça”, completa.</p>
<p>Para quem olha “de fora” e vê os obstáculos – barras – coloridos, pensa que estão compondo um cenário decorativo, já que o esporte sugere elegância, porém não é tão simples, vai muito além de mera decoração. Quando os armadores pretendem colocar um grau de dificuldade maior no percurso, escolhem barras e lonas de cores diferentes, de forma a confundir o animal. Eroni relata exaltado como é complicado: “Obstáculos com varas brancas e a lona azul embaixo confundem o cavalo, às vezes até travam quando chegam na frente”.</p>
<p>A relação feita com as barras brancas e a lona azul é explicada: a princípio o cavalo não enxerga a barra branca; vê apenas a cor azul, no chão. O azul sugere água, um símbolo respeitado pelo equino. Onde há riachos e lagos ele não passa, sabe que ali é o seu limite. Não obstante, ao encontrar o azul das lonas, ou até mesmo os rios artificiais no percurso, ele para, não salta ou comete a falta.</p>
<p>Esses momentos de maior dificuldade são os que dominam o público, que prendem o fôlego de quem assiste e torce, de quem não conhece o competidor, mas percebe sua capacidade e até de quem não conhece o hipismo e, assim mesmo, assiste aflitamente. Essa emoção tomou o instrutor em alguns momentos da entrevista, enquanto as amazonas e cavaleiros treinavam os saltos. Sua voz – que é firme e constante – embarga ou nem mesmo sai da garganta.</p>
<p><strong>Uma relação de amor</strong></p>
<p>No dicionário, o significado de relação: ação ou efeito de referir-se, vinculação, ligação. Amor: afeição profunda; zelo, cuidado. Unindo os dois termos, temos a definição do envolvimento entre montador e animal no hipismo. O esporte desperta o interesse e cativa o atleta. Quem experimenta vicia. A elegância e a classe apresentadas nas competições hipnotizam. Muitos passam a apreciar, outros, a praticar.</p>
<div id="attachment_12040" class="wp-caption alignright" style="width: 394px"><a rel="attachment wp-att-12040" href="http://www.infocambiouniversitario.com.br/?attachment_id=12040"><img class=" wp-image-12040" title="Rafaela Weber Cecconello" src="http://www.upf.br/nexjor/wp-content/uploads/2012/04/Rafaela-Weber-Cecconello-600x398.jpg" alt="" width="384" height="254" /></a><p class="wp-caption-text">Rafaela Cecconello fez seu book fotográfico no Haras MD. (Foto Ana Weber)</p></div>
<p>Eroni é uma das pessoas que foi cativada pela beleza equestre em seus saltos. O desejo de aprender a saltar sobre obstáculos foi despertando gradativamente. “Eu via os caras saltando e pensava: o que eles querem saltar? Tinha pena dos cavalos, mas aos poucos fui olhando&#8230; resolvi que queria fazer também e nunca mais parei, desde1984”, conta, expressando orgulho do anos de prática. Na época, Eroni praticava o esporte na Brigada Militar, onde trabalhou. Posteriormente, se tornou instrutor e hoje atua no Centro Hípico e Haras MD, única escolinha de equitação aberta ao públicoem Passo Fundo.</p>
<p>Com os concursos ocorrendo e pessoas cada vez mais interessadas, a escola é muito visada, já que não é necessário ter seu próprio cavalo e treinar para competir. Há quem treine por <em>hobby. </em>Rafaela Weber Cecconello, 22 anos, é uma das pessoas que frequenta o Haras uma vez por semana, durante uma hora. Ela se diz apaixonada pelo esporte e, diferentemente do instrutor, procurou o hipismo justamente por enamorar-se dos cavalos. “Eu sempre gostei de cavalos, desde que eu me dei por gente. Tem fotos minhas de bebê em cima de uma égua que tinha na casa do meu avô. Minha avó sempre dizia que antes de dar um abraço nela eu ia andar na égua”, relata achando graça.</p>
<p>Apesar da diferença visível pela forma que o interesse foi despertado em cada um, ambos chegam a um ponto em comum: o carinho é mútuo entre atleta e animal, dentro da pista eles seguem juntos, entram em sintonia, sentem. “É quase uma intuição” explica Rafaela, enquanto Eroni admite “Eu gosto mais de montar”.</p>
<p><strong>Tratamento de celebridade</strong></p>
<p>“Tem que fazer o cavalo gostar do esporte, gostar de saltar”, pondera Eroni. Os cavalos são submetidos a um forte treinamento e, como pessoas, cavalos cansam. Não só cansam como precisam de folga. Todos têm seu limite, inclusive o cavalo que, quando exaurido ou com dor, não tem bom desempenho. Para que o cavaleiro não fique a pé em suas competições – ou até mesmo nos treinos – o cavalo passa por um complexo ritual. “Às vezes eles têm um tratamento melhor do que o das pessoas” brinca Pacheco.</p>
<div id="attachment_12051" class="wp-caption alignleft" style="width: 346px"><a rel="attachment wp-att-12051" href="http://www.infocambiouniversitario.com.br/?attachment_id=12051"><img class=" wp-image-12051" style="margin: 5px;" title="DSC_0152" src="http://www.upf.br/nexjor/wp-content/uploads/2012/04/DSC_0152-600x398.jpg" alt="" width="336" height="223" /></a><p class="wp-caption-text">O cavalo só treina após o check-up do veterinário (Foto Clarissa Battistella)</p></div>
<p>O tom de brincadeira logo muda assumindo uma postura séria de quem explica algo importante – e muito importante por sinal. Para cada sete cavalos, um tratador, um número significante, se comparado a um hospital, onde uma enfermeira tem a incumbência de cuidar de vinte pacientes, por exemplo. Os animais recebem a primeira refeição cedo, às seis horas– ração de primeira qualidade, pasto bem tratado. Se o cavalo não comer a quantidade determinada a ele, o tratador avisa o veterinário – que passa o dia na hípica – para examiná-lo. Além dos imprevistos, eles passam por revisões semanais.</p>
<p>Aqui não é preciso aguardar dias de espera, o horário marcado com o médico é fixo. Nos dias de folga, os cavalos fazem a revisão – o veterinário trota o cavalo, pinça, puxa, examina as patas e passa a receita – se necessário. Nos dias de treinamento – com saltos – os tratadores preparam os cavalos. Antes de entrar na pista, 40 minutos de gelo nas patas. Posteriormente são colocados protetores com gel nos tendões– prevenindo as distensões – e, nos dias gélidos, uma capa para que ele não sinta muito frio ao treinar – pelo menos até aquecer.</p>
<p>Depois de um treino, geralmente o atleta toma banho. O mesmo ocorre com os cavalos de hipismo: banho diário e, ao invés de sol para secar, sombra. Para descansar, cama especial: cada cavalo dorme com uma liga de descanso que serve como aquecedor para o tendão. Assim, as dores que ele pode estar sentindo do esforço diário aliviam.</p>
<p>Originalmente criado solto, livre no campo e correndo, o cavalo tem energia gasta em seu <em>habitat</em>, diferentemente do cavalo do hipismo, que não gasta sua energia nos campos, o que não é problema, já que com o treinamento, ela se consumirá. Tudo meticulosamente controlado, afinal, não se pode perder a classe.</p>
<p><strong>Explosão de interesse</strong></p>
<p>Como uma tacada certeira, a ideia de trazer o público para os shows de encerramento dos concursos sediados no Haras MD funcionou. Entrada franca – desde que haja apresentação de convite – e horário estabelecido. Ok, venham ao show, porém antes conheçam o fascínio desse esporte cordial e interativo que é o hipismo. O pessoal chega, sem muito interesse, se instala nas arquibancadas e, em questão de minutos, sem perceber, estão hipnotizados, vibrando e aplaudindo euforicamente os acertos, lamentando as faltas.</p>
<div id="attachment_12056" class="wp-caption alignright" style="width: 346px"><a rel="attachment wp-att-12056" href="http://www.infocambiouniversitario.com.br/?attachment_id=12056"><img class="wp-image-12056   " title="DSC_0246" src="http://www.upf.br/nexjor/wp-content/uploads/2012/04/DSC_0246-600x398.jpg" alt="" width="336" height="223" /></a><p class="wp-caption-text">A estrutura montada primordialmente para a família Dal Agnol, hoje recebe competidores do mundo inteiro (Foto Fábio Rockenbach)</p></div>
<p>No primeiro contato, já se estabelecem aproximação e, claro, interesse. E, dessa forma, o cenário cordial, elegante e interativo, de jovens despretensiosos, famílias e crianças animadas vai se compondo. A cada novo concurso, maior o público, como ocorreu no – Concurso de Saltos Nacional – realizado em março, que somou vinte mil pessoas nos três dias de competição. Comprovante da explosão, aqui estamos, na cidade que se tornou polo hípico e que não pretende deixar o título tão cedo.</p>
<p>&#8220;Sempre tem a primeira vez&#8221;. O treinamento começa leve, com trotes e galopes, confira como acontecem os primeiros saltos.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=cUkC4iiIO0c">httpv://www.youtube.com/watch?v=cUkC4iiIO0c</a></p>
<p>Saltar: toda a preparação do atleta e do cavalo tem uma finalidade.O treinamento diário de quem já tem prática.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=A_o0tHao_sU">httpv://www.youtube.com/watch?v=A_o0tHao_sU</a></p>
<p>Confira também, a galeria de fotos</p>
<p>[nggallery id=105]</p>
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		<title>Lipdub na comemoração dos 40 anos</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 19:23:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agexcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[40 anos]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[lipdub]]></category>
		<category><![CDATA[Unisinos]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comunicação Social da Unisinos está de aniversário, e, para festejar esses 40 anos, a Agência Experimental de Comunicação da Unisinos (Agexcom) bolou algumas ações comemorativas. Entre elas, está um lipdub, técnica audiovisual que combina trilha sonora e pessoas fazendo playback – e, o mais importante, em um único plano-sequência, sem cortes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Amanda Heredia<br />
</strong><em>Estagiária de Jornalismo</em></p>
<p>A Comunicação Social da Unisinos está de aniversário, e, para festejar esses 40 anos, a Agência Experimental de Comunicação da Unisinos (Agexcom) bolou algumas ações comemorativas. Entre elas, está um <em>lipdub</em>, técnica audiovisual que combina trilha sonora e pessoas fazendo playback – e, o mais importante, em um único <strong>plano-sequência</strong>, sem cortes.</p>
<p>Tiago Rezende, egresso do Curso de Realização Audiovisual da Unisinos, é quem vai dirigir essa quarta ação comemorativa dos 40 anos do curso. “Ainda estamos em uma fase de pré-produção, mas o segredo do <em>lipdub</em> é se divertir e se esforçar para que tudo dê certo”, comenta. O diretor e roteirista admite gostar muito dos filmes de Paul Thomas Anderson (realizador de <strong>Magnólia e Boogie Nights</strong>, entre outros filmes), cineasta americano que trabalha bastante com <strong>plano-sequência</strong>: “Tenho os filmes dele como referência”.</p>
<p><strong>O lipdub</strong></p>
<p>Feita pela primeira vez pelo grupo Spice Girls no clipe da música <em>Wannabe</em>, a técnica virou mania. Hoje, no site Youtube, ao buscar por “lipdub”, se obtém cerca de <strong>54.700</strong> resultados.</p>
<p>Jakob Lodwick (cofundador do site de compartilhamento de vídeos Vimeo) foi quem usou o termo lipdub pela primeira vez, quando publicou, em 2006, um vídeo intitulado <em>Lip dubbing: endless dream</em>. Em sua descrição, Lodwick comentou: &#8220;Caminhei por aí com uma canção nos meus fones e me filmei cantando. Quanto cheguei em casa, abri o vídeo no iMovie, adicionei o MP3 da canção original e sincronizei-o com o meu vídeo. Existe algum nome para isso? Se não, eu sugiro: <em>lip dubbing</em>&#8220;.</p>
<p>Realização em universidades</p>
<p><strong>Clipe da música Wannabe, das Spice Girls</strong><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=gJLIiF15wjQ&amp;ob=av3n">httpv://www.youtube.com/watch?v=gJLIiF15wjQ&amp;ob=av3n</a></p>
<p><strong>Primeiro LipDub de Jakob Lodwick (co-fundador do </strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Vimeo"><strong>Vimeo</strong></a><strong>)</strong></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=nMuRWRqpQXQ">httpv://www.youtube.com/watch?v=nMuRWRqpQXQ</a></p>
<p>LIPDUB &#8211; I Gotta Feeling (Comm-UQAM 2009)<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=-zcOFN_VBVo"><strong>http://www.youtube.com/watch?v=-zcOFN_VBVo</strong></a></p>
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		<title>Na rua ou na rede?</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 13:46:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AgecomUPF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[De dois em dois anos, vemos as ruas cheias de anúncios, pessoas com camisetas estampadas e bandeiras tremulando. São as eleições. Seja para presidente ou prefeito municipal, elas mexem com a rotina de qualquer cidade. Hoje, ainda em abril, não se percebe tanta movimentação, mas qualquer um sabe que, quando o mês de outubro estiver mais próximo, a agitação começará a dar as carasem Passo Fundo também.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Ângela Prestes</p>
<p style="text-align: left;">Estagiária Nexjor/Agecom – UPF</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.upf.br/nexjor/wp-content/uploads/2012/04/corrupcao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-11561" title="foto divulgação" src="http://www.upf.br/nexjor/wp-content/uploads/2012/04/corrupcao.jpg" alt="" width="448" height="299" /></a></p>
<p><em>As mobilizações contra a corrupção &#8211; que são poucas – acontecem cada vez mais por meio da internet. </em></p>
<p style="text-align: justify;">De dois em dois anos, vemos as ruas cheias de anúncios, pessoas com camisetas estampadas e bandeiras tremulando. São as eleições. Seja para presidente ou prefeito municipal, elas mexem com a rotina de qualquer cidade. Hoje, ainda em abril, não se percebe tanta movimentação, mas qualquer um sabe que, quando o mês de outubro estiver mais próximo, a agitação começará a dar as carasem Passo Fundotambém.</p>
<p style="text-align: justify;">É mais uma oportunidade de mudar o cenário da política brasileira escolhendo o melhor candidato, certo?</p>
<p style="text-align: justify;">Não tão certo assim.</p>
<div>
<p style="text-align: justify;">O que os cidadãos, que vão às urnas em outubro, vêm assistindo, há muito, são escândalos e promessas não cumpridas, ano após ano, mandato após mandato. Para saber o que os eleitores pensam sobre a atual política brasileira, o Nexjor conversou com alguns deles.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">“Talvez, nas escolas, devesse ter aulas de cidadania.” Jardel Andres</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Em uma pesquisa, realizada com cerca de 30 pessoas, o que se pôde observar é que a maioria concorda que mudança está na mão dos eleitores, e que ela é possível. Mesmo que a ideia já seja um clichê, é um começo: a consciência de que quem vota são os cidadãos, e que os corruptos não chegam lá por acaso é uma grande vantagem.</p>
<p style="text-align: justify;">O perfil dos entrevistados é de jovens, com algumas exceções. Jovens, que deveriam ser os agentes de mudança, pioneiros na luta pelo fim da corrupção. Há não muito tempo, em 1992, <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.infoescola.com/historia-do-brasil/caras-pintadas/">os caras pintadas</a></span> foram às ruas requerer seus direitos de cidadãos. Hoje, o que se vê são<em> posts </em>nas redes sociais, aqui e ali, trazendo o assunto, mas sem a mesma eficiência da boa e velha saída às ruas. Alexandre Chitolina, advogado, 29 anos, vê isso como uma acomodação por parte dos adolescentes: “A internet está fazendo um grande mal nesse sentido, pois os jovens de hoje estão sem atitude, presos ao mundo virtual.” ressalta.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">“Aos poucos o brasileiro está começando a abrir os olhos.” Ricardo Carvalho</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Nem todos, porém, pensam assim, o que justifica as muitas páginas nas redes sociais mobilizando as pessoas contra a corrupção. <em><a href="http://www.facebook.com/pages/Corrup%C3%A7%C3%A3o-MATA/300551483337682">Corrupção Mata</a></em> é uma delas. Cláudio Fernando Lagemann, policial militar, 45 anos, é o criador e explica o que o motivou a idealizá-la: “O motivo principal foi sair da minha zona de conforto, ou seja, parar de ficar só na expectativa e na crítica de boteco, e de alguma forma tomar uma iniciativa”, diz.</p>
<div>
<p style="text-align: justify;">Ele completa dizendo que teve um grande retorno: “Vejo que a internet é um excelente meio para denúncias, para efetivar ações e pelo menos incomodar as autoridades”, comenta.</p>
<p style="text-align: justify;">Como defende Lagemann, a internet pode ajudar, e muito. Tem-se como exemplo as revoluções que acontec</p>
<p style="text-align: justify;">eram há pouco e derrubaram ditadores, caso do Egito. A diferença, cobrada por pessoas como Chitolina é que aliado à mobilização <em>online</em>, venha a manifestação física, nas ruas, com pessoas indo atrás dos seus direitos.</p>
</div>
<div>
<p style="text-align: justify;">O Brasil é tido por observadores como um país que tem a oportunidade de ser um exemplo de democracia verdadeira, pois conta comum método de votação limpo, sem brechas para roubo: a urna eletrônica. Porém, de nada vale o prefeito, o deputado ou o presidente serem realmente os mais votados, se os votos que receberem não forem conscientes. Quem entra, então, precisa não ser apenas o que ganhou mais votos, mas o que os fez por merecer, com atitudes e um passado “limpo”. É o que diz Etson de Oliveira, acadêmico do curso de Jornalismo: “não sei se tem como mudar o cenário que vivemos hoje, mas tento fazer a minha parte; nunca votei em um candidato que tivesse um passado &#8220;sujo&#8221;. Acho que é isso que se deve fazer, valorizar quem faz pelo povo e não por si”, diz.</p>
<p><img class="wp-image-11558 alignright" title="Foto divulgação" src="http://www.upf.br/nexjor/wp-content/uploads/2012/04/grande-urna-votando-foto-tse.jpg" alt="" width="324" height="215" /></p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">“O nosso papel é questionar” Janice Noronha</p>
</blockquote>
</div>
<div>
<p style="text-align: justify;">Não importa se você é a favor de mobilizar-se por meio da internet, ou mais radical, ir às ruas atrás de seus direitos. Em outubro, mais uma leva de governantes será escolhida e o importante é que eles sejam colocados para trabalhar pelos cidadãos com consciência.</p>
</div>
</div>
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